Você sabia que: A partir de hoje, o número de anos que os atuais combustíveis que movem os veículos no mundo podem ser usados é cerca de 118 anos para o carvão,  106 anos para o urânio (que serve como combustível nuclear), cerca de 59 anos para o gás natural e 46 anos para o petróleo? Desta forma, a Terra é um grande tanque, e os preciosos recursos de energia que foram acumulados ao longo de centenas de milhões de anos também são limitados. Vamos nos deter no principal combustível, o petróleo, que mais nos interessa e possui menor tempo de existência. Sabendo-se dessa realidade, há muitas controvérsias sobre o tema. Vamos analisar juntos?

Qual será o combustível do futuro?

             
Em particular, escavar e usar o óleo mais curto em oferta, sendo usado como combustível para carros e aviões, mas há uma ampla demanda dessa matéria-prima, para produção dos plásticos. Como o petróleo é o recurso mais utilizado no mundo, é importante considerar suas características e usá-lo de forma muito bem aproveitado. Sabemos que em futuro breve, o combustível para veículos terá de ser substituído. Há opções e ao mesmo tempo muito submerso, os rumos que tomarão conta do mercado para abastecimento neste segmento automotivo.

    Carros movidos a hidrogênio – O Futuro?

    É uma excelente opção, mas há controvérsias. O hidrogênio é derivado de combustíveis fósseis, incluindo carvão e gás natural. Embora as usinas emitam gases de efeito estufa, as empresas podem empregar tecnologias de captura de carbono que, segundo informações, reduzirão as emissões de dióxido de carbono (CO2) em 90%.

   Mesmo que as operações não sejam livres de poluição, alguns ambientalistas acolhem o investimento das empresas na tecnologia do hidrogênio como um importante avanço para a obtenção de uma economia. No entanto, a transição para uma economia do hidrogênio levantou algumas preocupações relevantes. Como o hidrogênio é inodoro e queima com uma chama clara, vazamentos podem ser difíceis de detectar, embora o gás seja tão leve e se disperse tão rapidamente que a chance de uma explosão aberta seja considerada mínima.

   Embora muitas vezes confundido com uma fonte de energia, o hidrogênio é na verdade um combustível artificial, como a gasolina, que pode ser usado para transportar e armazenar energia. Podendo ser separado dos combustíveis fósseis, sua promessa de longo prazo reside na sua capacidade de se separar da água através da eletrólise, usando energia solar ou outras formas de energia renovável.

   Sua aplicação mais divulgada é em transporte: o gás hidrogênio é armazenado em um tanque a bordo até ser combinado com oxigênio em uma célula a combustível, onde o processo de eletrólise é essencialmente invertido, liberando energia química por meio de uma carga elétrica. Essa eletricidade pode ser usada para alimentar motores elétricos em carros, ônibus, barcos e outros veículos.                                                                                     

   No curto prazo, essas células de combustíveis também são consideradas uma fonte promissora de eletricidade para algumas indústrias e prédios, particularmente aquelas que exigem energia de back-up constante durante apagões. Nesta aplicação, o hidrogênio é frequentemente derivado do gás natural e do propano, que já possuem sistemas de distribuição extensivos.

  A utilização de combustíveis fósseis para gerar hidrogênio pode resultar em emissões modestamente menores de CO2 e outros poluentes do que usar esses combustíveis como fontes de energia convencionais, embora isso dependa da eficiência das tecnologias envolvidas. Para obter maiores reduções, o CO2 pode ser manipulado em processo que ainda permanece em formato experimental e extremamente caro.

  No entanto, quando o processo de separação de hidrogênio é baseado em fontes de energia renováveis, o uso de hidrogênio é essencialmente livre de poluição, com os únicos subprodutos sendo água e calor.

Há algumas referências hoje, que podemos analisar.

  Desde o final do século passado, quando a Islândia anunciou seu plano para se tornar a primeira economia baseada no hidrogênio nos próximos 30 a 40 anos, governos e empresas começaram a considerar seriamente a opção de utilização deste gás nobre.

   Em meados da década dos anos 2000, a pequena ilha do Pacífico Sul, juntou-se à Islândia para tomar medidas para o uso generalizado de hidrogênio e obter 100% de sua energia a partir de fontes renováveis. Também se tem a experiência do Havaí, altamente dependente das importações do petróleo, mas também rica em recursos renováveis, como energia geotérmica e eólica. Essa última investiu em pesquisa de hidrogênio em 2001, na esperança de eventualmente exportar hidrogênio para outros estados e nações. E a Califórnia, o maior consumidor de gasolina dos Estados Unidos, começou a desenvolver via do hidrogênio, em 2004.

   Apesar do entusiasmo inicial, algumas dessas regiões estão progredindo mais do que outras.  A Islândia diz que até agora o governo islandês tomou poucas medidas concretas para atingir sua meta em produção de hidrogênio. Abriga apenas uma estação de abastecimento e o país investiu em outros recursos significativos de sua indústria. Ao gerar um subproduto de dióxido de carbono, o processo de fundição está ajudando a Islândia a se tornar o emissor de CO2 de crescimento mais rápido do mundo. Talvez o governo esteja desperdiçando uma oportunidade, ao optar por investir nos retornos rápidos da fundição de alumínio, em vez de desenvolver a economia do hidrogênio com benefícios de longo prazo.

   A Islândia já passou uma lei preventiva que eliminará todos os impostos sobre carros a hidrogênio, quando eles começarem a ser vendidos no mercado interno. Com mais de 90% dos cidadãos a favor do desenvolvimento de uma economia do hidrogênio e o apoio contínuo ao projeto por parte do governo, tende a ser uma produção de sucesso.

   Enquanto isso, a Califórnia já possui muitas estações de abastecimento de hidrogênio e outras programadas para serem construídas ainda neste ano. Colocou cento e trinta e sete carros de passeio movidos a hidrogênio e nove ônibus na estrada, mais do que qualquer região do mundo. segundo Chris White.     

   Embora a parceria ainda esteja operando em fase experimental, vários de seus membros (muitos dos quais são empresas automotivas) esperam triplicar veículos comerciais movidos a hidrogênio já em 2020 e ter muitos carros de showroom até 2021.

     Há outros combustíveis em pesquisa?   

   Fomos pesquisar em outros cantos do Mundo e chegamos a Arábia.  Um cientista da área de Engenharia Química, considera o rápido progresso atualmente sendo feito pelas células de combustíveis em uso de diferentes modos de transporte.  A produção de energia elétrica está acelerando o desenvolvimento de novas formas de produzir hidrogênio, para ser o combustível ideal para essas futuras células produtoras de energia.

   Em 2020, o governo sueco decidiu tornar-se o primeiro país do mundo a se libertar completamente do petróleo. Para ter sucesso, acima de tudo pelos enormes depósitos de madeira do país, eles pretendem processar, com as mais recentes tecnologias de forma duradoura, para o biocombustível. Apenas recentemente tornou-se possível usar celulose, que é encontrada na madeira, palha e todos os resíduos orgânicos, utilizando enzimas para produzir açúcar e álcool de forma barata.

  “Flexifuel” (código do posto de gasolina E85) é a palavra mágica da hora: uma mistura de 85% de alcool anidro (ou seja, álcool puro) e 15% de gasolina normal. Embora motores especialmente adaptados sejam necessários para este tipo de combustível, porque o combustível é mais agressivo, o esforço está longe do necessário para motores a hidrogênio e motores a gás natural. E as modificações necessárias nos postos de gasolina são mínimas. Na Suécia, um carro que pode funcionar com quase qualquer mistura de etanol e gasolina, custa aproximadamente o mesmo que um carro a diesel comparável. O governo sueco está satisfeito porque já agora, com os preços do petróleo apenas estabelecendo novos recordes, o programa, que inclui a indústria, tem um impacto positivo no orçamento do Estado e na competitividade.

Fomos até a China! Eis que nos deparamos com um cenário que confirma o combustível do futuro: fonte renovável de energia, podendo ser obtida de um grande número de fontes de diferentes formas, como a eletrólise da água, que quebra as ligações químicas entre o oxigênio e o hidrogênio na água, porém é caro devido ao grande consumo de eletricidade. A eletrólise da água é realizada em altas temperaturas, a fim de reduzir a quantidade de energia elétrica necessária para o processo de análise.

Um dos métodos usados ​​para produzir gás hidrogênio é o melhor método de vapor, normalmente o gás natural que é reativado com vapor é usado sob altas temperaturas, variando de 800 a 1700 ° C em uma câmara de combustão e com um agente auxiliar.

O hidrogênio é usado na propulsão de propulsores para mísseis e espaçonaves (europeus). Os cientistas também procurado para simular as plantas na sua capacidade de análise da água a correr a dois primeiro a existência de luz solar e de clorofila , onde é obtido o oxigénio e hidrogénio, e o último usado por plantas para interagir com dióxido de carbono para formar hidratos de carbono, que tem sido uma tradição de plantas no laboratório para a produção de gás de hidrogénio.

Mas e o Brasil? Qual a tendência?

O Brasil aposta no biodiesel e tem estrutura para liderar a produção mundial.    Além de possuir matéria prima em abundância, o biodiesel apresenta-se como solução para os danos ao meio ambiente provocados pelo petróleo, reduzindo a emissão dos gases causadores do aquecimento global.

Diante de nossa riqueza, o biodiesel é um dos combustíveis renováveis, pois é produzido a partir de fontes naturais (girassol, mamona, soja, dendê), misturado com metanol (obtido de madeiras) ou etanol (cana de açúcar).

Apesar das vantagens de seu uso, esse tipo de fonte de energia, também apresenta desvantagens. Requer estratégias relacionado ao desmatamento, para constante produção, sendo necessário ampliar áreas de cultivo, intensificando, consequentemente, o desmatamento. Outro problema é a expansão da prática agrícola, demanda aumento considerável do uso de água e que afeta os recursos hídricos.

Mas afinal, qual o cenário dos combustíveis do futuro no Brasil?

Em pesquisas realizadas, sinaliza que carros com motores “flex”, permanecerão relevantes por muitos anos. Mesmo com as perspectivas de crescimento nas vendas mundiais de elétricos, que deverão atingir 110 mil unidades por ano a partir de 2023.

A Empresa Nissan conseguiu extrair hidrogênio diretamente do etanol por meio de uma tecnologia, instalado junto a célula de combustível. Dessa forma, dispensa investimentos na produção de hidrogênio e, consequentemente, na sua logística de distribuição. Por ser uma substância química volátil, exige cuidados extremos com segurança.

  De acordo com as informações da Nissan, deve chegar ao mercado automobilístico em até 2020, a produção automobilística através de hidrogênio, que utiliza a reação do oxigênio com o biocombustível de cana (anidro ou com 55% de água).

  Há quem diga, que o futuro é dos carros elétricos e têm tudo para comandar o mercado automobilístico. No mundo todo, grandes montadoras como a Nissan, Chevrolet, BMW e Renault já têm seus carros elétricos em mercado. O BMW i3 foi o primeiro a chegar no Brasil, em 2014, e a previsão é que os Nissan Leaf e o Chevrolet Bolt cheguem no segundo semestre de 2019.

  O fator que mais atrai a atenção mundial em relação aos carros elétricos é a questão ambiental, uma vez que estes não utilizam combustíveis fósseis.“Para o meio ambiente, há a dispensa do uso de combustíveis fósseis, e consequentemente a queima desse produto. Assim, não libera CO2, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global e que agride o meio ambiente”, conta Alexandre Carvalho, Coordenador de Comunicação do Produto da Nissan do Brasil.

  Para os consumidores da indústria automobilística, os grandes atrativos dos elétricos são a ausência de ruído do motor e a economia, além de dispensar o pagamento de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) somente no estado de São Paulo. De acordo com Carvalho, um motor elétrico tem rendimento acima de 90%, muito maior que o motor de combustão interna, que possui cerca de 50% de rendimento.

   Uma curiosidade interessante é que os carros elétricos não correm o risco de ocorrer a chamada “pane seca”, que é quando o veículo não se locomove mais pela falta de combustível. Entre outros destaques, um veículo elétrico dispensa manutenção, como os tradicionais: não possuem radiador, catalisador, bomba de água, além de não precisar realizar as trocas de óleo, velas do motor, filtro de combustível, filtro do óleo e correia dentada.

Outra grande vantagem é a economia de um veículo elétrico, em comparação com os carros a combustão, é muito significativa.

  Entre 2013 e 2018, o quilômetro rodado com um veículo elétrico custa R$ 0,11 contra R$ 0,30 para os veículos a combustão. Para realizar uma comparação, em média a autonomia de um veículo elétrico é de 160km, o que custaria R$ 17,60 para o motorista rodar toda a carga da bateria. Já com um motor a combustão, os mesmos 160 km custariam R$ 48.

  Além das tendências econômicas!

 Essa substituição é fundamental não somente para garantir o equilíbrio climático, como também, ar mais limpo para a população. No Brasil, ainda temos um longo caminho a percorrer, pois a estatísticas anuais de óbitos por fuligem, ainda é enorme.

 É por isso que precisamos obter outras opções energéticas além dos veículos movidos a petróleo e diesel. A indústria automobilística tem um papel crucial na conquista de um planeta com baixa emissão de carbono. Precisamos garantir que as pessoas possam ter outras opções de locomoção, para não serem dependentes de carros, como usar transporte público de qualidade, andar a pé ou de bicicleta. Só assim para termos qualidade de vida ainda melhor nos centros urbanos e garantir vida longa nesse planeta que chamamos de casa.

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