O óleo é um dos componentes mais importantes para manter o perfeito funcionamento do veículo e a durabilidade das peças. Porém, muitos motoristas não se atentam a esse fato, até por não saberem quais os melhores lubrificantes para o seu carro.

Neste post, vamos explicar as diferenças entre os vários tipos de composições existentes no mercado, suas classificações, e mostraremos como é importante investir no óleo certo para cada motor. Continue sua leitura e saiba tudo a respeito deste assunto!

Como são classificados

As classificações atuais são feitas com base na viscosidade do produto e no desempenho que ele oferece para o motor do veículo. Vamos falar um pouco sobre elas!

SAE

A especificação SAE (Society of Automotive Engineer — Sociedade dos Engenheiros Automotivos, em tradução literal) determina a viscosidade do óleo do motor. Classificados como multígrados, esses lubrificantes são divididos por categorias compostas por dois números, separados por um “W” (Winter — em português, inverno).

Por exemplo: no caso de um produto com a definição SAE 5W40, a especificação determina que, em um funcionamento a frio, ele irá se comportar na categoria 5 (muito fluido) e quando estiver em situação de trabalho, irá se comportar em categoria 40 (viscoso).

Por isso, é muito importante utilizar o óleo com a especificação correta, evitando um consumo excessivo de lubrificante ou de combustível, levando a uma queda no desempenho e reduzindo a vida útil do motor do carro.

API

A especificação API (American Petrolium Institute — Instituto Americano de Petróleo, em português) é quem determina o desempenho do lubrificante do motor. Ele é composto por duas letras: um “S” (Service Station — em português, Estação de Serviço) e a segunda letra é de acordo com o alfabeto em ordem crescente.

Cada uma dessas letras representa fatores aditivos do óleo, como:

  • proteção contra corrosão;
  • formação de depósitos — também conhecidos como borras;
  • fatores de dispersão.

É importante seguir rigorosamente os níveis API especificados no motor do veículo, evitando assim um acúmulo excessivo de borras, aumentando o consumo de combustível e reduzindo a vida útil do motor.

Tipos de lubrificantes existentes no mercado para carro

Apesar de estar descrito no manual do veículo o tipo de óleo que se deve utilizar, é sempre importante conhecer a composição de cada categoria. Vamos a elas!

Semissintético

Os óleos semissintéticos passam por uma mistura de proporções variáveis entre minerais básicos e sintéticos. Por terem o custo muito elevado, é necessário extrair as melhores propriedades de cada matéria-prima dessa composição.

Sintéticos

Por serem formados de reações químicas, os sintéticos exigem maior controle durante sua fabricação, tornando-os produtos mais puros e caros. Seu funcionamento tem grande desempenho tanto em altas quanto em baixas temperaturas.

Minerais

Feitos a partir da separação de componentes do petróleo, a composição mineral é uma mistura de vários compostos, com intuito de reduzir o valor de custo dos produtos, tornando-os mais baratos do mercado, porém, com qualidade inferior.

Agora que você já conhece as composições e como são classificados os óleos disponíveis no mercado, ficou muito mais fácil escolher os melhores lubrificantes para o seu carro, não é mesmo? Porém, lembre-se de sempre seguir as recomendações presentes no manual do veículo para evitar prejuízos ao motor e um gasto inesperado com o conserto. Afinal de contas, o óleo correto garante melhor desempenho ao motor, rotação adequada, menor atrito entre as peças, maior durabilidade ao veículo e, inclusive, economia de combustível.

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