Manter seu carro sempre limpo é o objetivo de qualquer amante dos automóveis. E, para dar um toque de excelência, o polimento automotivo pode ser uma ótima medida. Mas, efetivamente, você sabe como funciona esse processo?

Entendê-lo ajuda a escolher o melhor polimento automotivo para o seu carro. Isso porque, apesar de possuírem métodos muito similares, nem todos seguem o mesmo padrão. Pensando nisso, trazemos esse artigo completo, que irá explorar mais a fundo sobre como funciona o polimento automotivo, com dicas preciosas para deixar seu carro de forma impecável.

Confira!

Como funciona?

Apesar de parecer um assunto complicado, o polimento automotivo funciona de forma relativamente simples: para iniciar o processo é necessário fazer o lixamento da lataria, com algum material abrasivo. O equipamento conhecido como politriz – aquele mesmo que fica rodando (as rotações podem chegar a mais de duas mil vezes por minuto), é o principal deles.

Contudo, lixas e discos também podem fazer esse processo, seja de forma manual – que é menos comum – ou de maneira automática. Durante a etapa de lixamento, o objetivo é deixar a superfície lisa, limpa e uniforme, para que se possa seguir para o próximo passo, que é acabar de vez com arranhões, riscos, manchas e qualquer defeito na lataria.

Aqui ocorre o polimento, que abarca uma série de técnicas, onde a região a qual foi aplicada a massa de polir (aquela pasta branca muito utilizada durante o processo), irá ficar uniforme em relação ao restante do carro. Para complementar, chega-se a última etapa que irá complementar todo o polimento automotivo.

É preciso aplicar ceras específicas que darão o brilho que todos esperam ao realizar o polimento automotivo. Apesar de ser parte indispensável, muitas pessoas, quando fazem isso de maneira autônoma, se esquecem da aplicação do produto. Elas não apenas deixam o carro brilhante, mas também servem para proteger.

Por que ter cuidado?

Entendendo como funciona o polimento automotivo na prática, é importante entender porque ter cuidado. Acima de tudo, polir de forma incorreta ou sem conhecer as técnicas, produtos e ferramentas necessárias pode ter efeito contrário, trazendo ainda mais manchas ou até mesmo remover a pintura do automóvel.

Em determinados casos, quando não há mais o verniz – camada protetora da pintura – é preciso corrigir as imperfeições dos tons da lataria para, posteriormente, aplicar o produto e só assim realizar o processo do polimento. Procurar um profissional, nesse caso, pode evitar prejuízos – e muita dor de cabeça.

Métodos relacionados

Para complementar, trazemos também outros métodos relacionados que funcionam de maneira similar ao polimento automotivo: aplicações de cera comum, a vitrificação que funciona através de uma película protetora e a cristalizações que utilizam de um produto específico podem ser confundidas com o polimento, mas tem métodos singulares.

Cada caso deve ser analisado conforme a necessidade, visto que polimento, aplicação de cera, vitrificação e cristalização possuem funções variadas, com proteções por períodos distintos. Enquanto algumas trazem correções, outras mantêm o brilho e proteção. Encontrar um profissional de sua confiança é o primeiro passo para dar excelência ao seu carro.

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