Quem tem carro e se locomove com ele para todos os lados, especialmente em longas distâncias, sabe o quanto se gasta com combustível. Seja o álcool Gasolina ou GNV em Brasília. o motorista tem sentido a diferença de valores constantemente e é comum que acabe fazendo uma pesquisa de preço a fim de encontrar um posto que caiba em seu orçamento.

Ainda assim, no fim do mês, a quantia disponibilizada com esse produto acaba pesando no bolso do consumidor, especialmente quando os valores de um estado variam em torno de um preço específico, dando ao cliente poucas possibilidades de encontrar um posto mais em conta. Infelizmente, isso é o que acontece em diferentes partes do país.

Segundo um levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), desde setembro de 2018 até então, houve um aumento significativo do quanto o condutor precisa gastar para abastecer o carro. O GNV, por exemplo, ficou 19,6% mais caro, ao passo em que a gasolina subiu cerca de 17,9% e o álcool teve um aumento de 4,4%.

Em Brasília, por sua vez, a situação teve um rumo bem parecido. Saiba quanto está custando cada um desses combustíveis, de acordo com os dados fornecidos pela TX Fuel:

GNV

Com os preços em alta, o GNV tem se tornado menos vantajoso para quem decide investir nesse tipo de abastecimento. Ainda assim, por muitas vezes, ele ainda tem aparecido com valores bem menores do que os dos outros combustíveis.

Em geral, o preço médio do metro cúbico do gás está em R$ 2,843 em Brasília. Comparando com outras metrópoles brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, que possuem, respectivamente, os valores de R$ 2,764 e R$ 3,058, a quantia disponibilizada pelo motorista para abastecer o veículo não está tão ruim, encontrando-se mediana.

A um nível nacional, no entanto, o preço mais barato do GNV está em Itaquaquecetuba, com R$ 2,599 e o mais alto em Itaperuna, com R$ 3,999. Dessa maneira, é possível observar que, ao menos em Brasília, o valor não está exorbitante.

Gasolina

Em Brasília, a gasolina varia de acordo com a localidade. O preço mínimo beira R$ 4,199, o médio é de R$ 4,434 e o máximo é de R$ 4,799. Também mantendo como parâmetro as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente com R$ 4,222 e R$ 5,075, é possível ver que o abastecimento na capital do país ainda é mais caro do que na maior metrópole do território brasileiro, porém mais barato do que na principal cidade turística.

Contudo, o preço em conta encontrado em todo o Brasil é de R$ 3,995 em Manaus e o mais caro é de R$ 5,567 em Cruzeiro do Sul. A diferença, então, entre Brasília e o menor valor fica de R$ 0,439.

Álcool

Assim como na gasolina, o álcool em Brasília também oscila. O valor mínimo é de R$ 3,099, o médio é de R$ 3,318 e o máximo é de R$ 3,699. Ainda comparando com outras cidades relevantes economicamente, São Paulo mantém o preço em R$ 2,668 e o Rio de Janeiro cobra R$ 3,970.

A menor quantia gasta por um motorista em todo o território brasileiro será em São José do Rio Preto, com R$ 2,398 e a maior em Bagé, com R$ 4,782.

A influência do ICMS

Apontado como o maior culpado pela alta do combustível, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é extremamente importante para definir o valor final do abastecimento, em especial porque o aumento na base de seu cálculo pode resultar na alta dos preços.

Para se ter uma ideia, na virada do ano, em janeiro de 2017, essa taxa deixou de ser de 25% para ser de 28%. Até aí, o aumento de 3% pode até não parecer muito significativo, mas quando somado aos outros impostos federais, pelo menos 35,8% do valor do produto é destinado aos cofres públicos.

Uma forma de analisar melhor é acompanhar a conta realizada pelo Jornal de Brasília na época em que a gasolina estava a R$ 3,97. O veículo chegou a apontar que, desse preço total, ao menos R% 1,06 iria para o ICMS, R$ 0,36 para impostos federais, R$ 1,69 para as produções nas refinarias, R% 0,63 para a distribuição, R$ 0,50 para os custos que o posto de combustível possui e apenas R$ 0,13 de lucro para o dono. Um valor completamente desleal.

Dessa maneira, embolsando apenas R$ 0,13, o empresário acabaria se vendo obrigado a colocar o preço cada vez mais alto a fim de suprir todas as taxas e impostos e, assim, colocar uma quantia no bolso para não sair no prejuízo.

Como se pode ver, o preço do combustível, em si, está baixo, o que acaba aumentando essa quantia são os impostos pagos. Sem eles, o valor cairia absurdamente.

Então, Álcool Gasolina ou GNV em Brasília?

O preço dos combustíveis em Brasília não é o mais caro do país. Atualmente, o local fica em 12º no ranking nacional, mantendo uma média considerável. Considerando os preços medianos de cada um deles, o GNV ainda se mantém como o mais barato de todos, com o preço de R$ 2,843, enquanto o álcool está em R$ 3,318 e a gasolina em R$ 4,434.

Contudo, vale a pena considerar que o gás, por exemplo, ainda teria somado a seu valor o preço da instalação e da manutenção, o que as outras opções não possuem.

Para analisar qual seria a melhor opção para você e seu veículo, o interessante seria calcular quanto é gasto para encher o seu tanque, se seu carro consome muito combustível ou se é mais econômico, e também o tanto que você se locomove com ele. Tudo isso pesa no orçamento e deve ser observado com cautela.

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OBS: Os informes de preços dessa matéria foram referentes há semana do dia 30/06/2019 à 07/07/2019.

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